Como um contador e uma nutricionista CLT — com 2 filhos pequenos e orçamento apertado — viajaram pra 3 países em 12 meses sem gastar quase nada a mais do que já gastavam todo mês:
Novembro de 2023: Primeira conversa com um casal que eu nunca vou esquecer.
Ricardo, contador autônomo. Aline, nutricionista. Dois filhos pequenos. Renda combinada de R$6.300 por mês.
Eles não viajavam há quatro anos.
Não por falta de vontade.
Por uma conta que nunca fechava.
Toda vez que tentavam planejar alguma coisa — uma praia, um fim de semana fora, qualquer coisa — chegavam no mesmo lugar: não sobra dinheiro pra isso agora.
A primeira coisa que Ricardo me disse:
"Thiago, a gente queria muito viajar. Mas com dois filhos pequenos e esse salário, viagem internacional parece estar longe da nossa realidade. Talvez quando as crianças crescerem, a gente consiga. Ou quando Aline conseguir mais clientes porque ta começando agora"
Essa foi a frase. Eu ouvi.
E conhecia aquele contexto de cor.
Porque era a mesma coisa que todo mundo me dizia antes de entender como o jogo funciona. Como ele REALMENTE funciona...
A crença que mantinha eles em casa:
Eles tinham construído toda a relação com viagem em torno de uma ideia:
"Para viajar, eu preciso de dinheiro extra, ou ganhar muito mais do que consigo hoje."
Economizar durante meses. Cortar gastos. Esperar o décimo terceiro. Torcer pra não ter nenhum imprevisto no caminho.
Essa conta nunca fecha.
E enquanto esperavam por ela, os filhos cresciam — as viagens continuavam sendo um sonho adiado. A vida continuava passando. Zero experiências novas pra família.
O que eles não sabiam é que o dinheiro pra viajar já existia.
Só estava escondido nos gastos que eles já faziam todo mês.
O que mostrei a eles na primeira call:
Não pedi que mudassem nada na vida deles.
Fiz uma pergunta.
"Me conta onde vocês gastam dinheiro todo mês. Não o que vocês acham que deveriam gastar. O real."
Ricardo abriu o extrato bancário.
Supermercado. Farmácia. Conta de luz. Internet. Compras online. Assinaturas. Postos de gasolina.
Gastos comuns. Gastos de família normal.
Gastos que estavam gerando ZERO em retorno.
Mas que, redirecionados para os cartões certos, com os programas certos — gerariam milhas suficientes para voar a família inteira pra fora do país.
Sem gastar um centavo a mais do que já gastavam.
Essa foi a virada.
Não era falta de dinheiro.
Era falta de estratégia sobre o dinheiro que já existia.
O que construímos juntos:
Não mudamos a renda deles.
Mudamos o que a renda deles gerava.
Reorganizamos os cartões. Direcionamos cada gasto para o programa certo. Configuramos tudo para que cada compra que já faziam — mercado, farmácia, internet, combustível — virasse milha automaticamente.
Sem esforço extra. Sem mudar hábito. Sem economizar mais.
Só parar de desperdiçar o que já estava sendo gasto.
No primeiro mês, acumularam mais milhas do que nos últimos três anos juntos.
E o que aconteceu nos meses seguintes:
- Mês 3 — primeiras milhas suficientes pra um voo nacional. Decidiram guardar. Queriam algo maior.
- Mês 6 — carteira de milhas crescendo consistentemente. Ricardo me mandou mensagem: "Thiago, tô começando a acreditar que isso é real."
- Mês 9 — milhas suficientes pra tirar os quatro do Brasil.
- Mês 12 — o casal e os dois filhos embarcaram para a Colômbia. Bogotá. E de lá, San Andrés — Caribe.
A primeira viagem internacional da família. Agora eles podiam finalmente dizer que já foram ao exterior, dado essa nova experiência pra familia e postar a desejada foto no Instagram no mar azul do Caribe ✅️✅️
E de novo : VIAGENS FEITAS 100% com milhas acumuladas em compras de supermercado, farmácia e internet.
Tudo que eles JÁ FAZIAM (e provavelmente você e seu cônjuge já fazem ).
Aline me mandou uma foto do filho mais novo olhando o mar do Caribe pela primeira vez.
A legenda dizia:
"Ele nunca tinha visto o mar assim. A gente também não. Obrigada."
Isso não tem preço.
Literalmente.
Porque não custou quase nada.
As 3 Crenças que mantinham eles em casa :
Crença 1. "Preciso ganhar mais pra viajar."
Não precisa. Você precisa que o que você já ganha — e já gasta — gere milhas em vez de nada. A diferença entre quem viaja e quem não viaja raramente é a renda. É saber gerar milhas e pontos com o que já gasta.
Crença 2. "Milhas são coisa de rico ou de quem viaja muito a trabalho."
Eram. Há dez anos. Hoje qualquer pessoa com cartão de crédito e gastos mensais acima de R$2.000 consegue acumular milhas suficientes pra viajar. O mercado mudou. A crença não acompanhou.
Crença 3. "É complicado demais. Não vou entender."
Você não precisa entender tudo. Precisa do passo a passo certo. Dar o Passo 1 .
É exatamente isso que está dentro do Thi Levo Comigo — o mesmo método que Ricardo e Aline usaram, estruturado pra você aplicar do zero, no seu ritmo, com os gastos que vocês já tem! Desenhado JUSTAMENTE pra pessoas que dizem que “é complicado e não sei nada sobre isso”.
Para quem é esse curso passo a passo:
- Para o casal que quer viajar mas acha que não é a hora porque tá “sem dinheiro“.
- Para quem paga cartão de crédito todo mês com mercado, compra online, farmácias e mesmo assim nunca usou um ponto sequer.
- Para quem sempre colocou viagem no final da lista — e está começando a perceber que essa lista nunca vai ter fim e quer dar essa nova experiência pra quem ama porque eles(a) merecem .
Agora a última coisa:
Ricardo e Aline não ganharam aumento.
Não cortaram lazer.
Não esperaram as crianças crescerem.
Eles só pararam de desperdiçar o que já gastavam.
E doze meses depois estavam no Caribe com os filhos.
Se você chegou até aqui —
o dinheiro pra sua próxima viagem provavelmente já existe.
Ele só ainda não está trabalhando pra você.
Se você quer o passo a passo exato que eles seguiram — do zero até embarcar — está tudo dentro do curso.
Não vou enrolar sobre quanto isso deveria custar como todo mundo faz. Também compro cursos na internet e isso é um saco …
12x R$ 20,00
ou R$ 197 à vista
Acesso imediato. Garantia 7 dias pra reembolso total se não gostar.
Um e-mail e a gente reembolsa.
Simples assim.
E Você começa a pontuar sua próxima viagem — ou sua primeira viagem internacional — ainda hoje.
Se acha que vocês merecem, só clicar no link aí embaixo .
Thi Torres